segunda-feira, 4 de maio de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
O QUE PODEMOS FAZER?
Todas as ações que executamos repercutem em nossas vidas e nas vidas daqueles que nos cercam, seja em nossa comunidade ou no meio ambiente como um todo.
Talvez poucos tenham se dado conta, mas toda vez que nos sentamos à mesa para nos alimentarmos, estamos decidindo pela vida ou pela morte de milhares de animais que são explorados para a produção de alimentos.
A indústria da exploração animal quer fazer parecer, através de suas propagandas distorcidas, que frangos porcos e bois gostam de morrer para servirem de jantar, ou que adoram virar um hambúrguer e salsicha, ou que as vacas leiteiras são animais felizes que nos cedem seu leite por livre e espontânea vontade.
Essa indústria trabalha para impedir que estabeleçamos qualquer relação entre a carne que vemos nas vitrines dos açougues e os animais sensíveis e cheios de vontade de viver que são mortos nos matadouros.
Essa mesma indústria quer promover a idéia que seus produtos são adequados, saudáveis e necessários. Mas será que são produtos realmente necessários ou saudáveis? Para a maioria dos casos, acreditamos que não.
Muitos de nós consumimos estes produtos sem refletir que o principal interesse das indústrias que exploram os animais está focado nos maiores lucros possíveis, independentemente dos interesses destes últimos. Para isso divulgam o tempo todo que seus produtos são saudáveis e necessários. Produtos advindos da exploração animal, sejam eles saudáveis ou não, sempre serão inaceitáveis do ponto de vista ético. Além do que, estas industrias pouco se preocupam com o impacto ambiental que estão causando.
Assim como os seres humanos, os porcos, galinhas, perus, peixes, vacas e todos os outros animais são capazes de sentir fome, frio, dor, medo e angústia. Da mesma forma que não desejamos infligir estas sensações a qualquer ser humano, devemos ser coerentes e prestar igual consideração aos outros animais;
Muitos cosméticos e produtos de limpeza são testados em animais de maneira cruel: eles são imobilizados durante dias, obrigados a inalar, ingerir ou ter a pele corroída por substâncias químicas. Testes estúpidos para resguardar a empresa caso algum cliente entre com um processo na justiça contra o produto. Qualquer teste em um animal é imoral, independentemente se for para a fabricação de um cosmético fútil ou para se descobrir a cura de uma doença.
O fim desta exploração esta nas mãos de consumidores conscientes. Seja um deles!
Enquanto consumidor, a sua alienação é a principal aliada para que toda essa injustiça continue acontecendo. A forma mais eficiente de pôr fim a exploração Animal é acabando com a procura pelos produtos que dela derivam.
Quando o consumidor não compra, o criador não cria, o transportador não transporta e o abatedor não mata. Mais do que grupos de defesa animal, é o consumidor que detém o poder de interferir na industria da exploração animal.
Não se trata apenas da maneira pela qual a exploração ocorre: se os animais são bem ou mal tratados, se o manejo é truculento ou suave, se a alimentação que recebem é ou não adequada, se eles têm ou não espaço suficiente. Trata-se de questionar se eles deveriam ou não ser explorados sob qualquer forma e para qualquer fim que seja, já que eles querem viver e prezam pela sua liberdade tanto quanto qualquer um de nós.
A cada dia, a cada refeição e a cada compra de um cosmético, você pode fazer a diferença para milhares de animais a cada ano, para a sua saúde e para o planeta por todas as gerações futuras!
Descubra o veganismo. Você pode viver sem explorar os Animais!
fonte: Veganos.Org
terça-feira, 14 de abril de 2015
Instituto Nina Rosa - A Engrenagem
A discussão sobre o veganismo e seus benefícios ao meio ambiente e ao futuro é extensa e muito mais complexa do que simplesmente parar de comer carne. Envolve a diminuição da poluição atmosférica, a preservação de recursos vegetais e hídricos, e muitas outras questões.
Numa linguagem descontraída, o filme tem a participação voluntária da modelo e apresentadora Ellen Jabour e do ator Eduardo Pires, ambos vegetarianos, e tem o objetivo de alertar e levantar algumas questões como "Você já se perguntou de onde vem nossa comida? Quais os impactos que ela nos traz? A Engrenagem responde."
Adquira o DVD e colabore com a expansão da Educação Humanitária: http://www.guiavegano.com.br/vegan/el...
Saiba mais sobre o Instituto Nina Rosa:
E-mail: inr@institutoninarosa.org.br
Facebook: https://www.facebook.com/InstitutoNin...
Twitter: https://twitter.com/ninarosabrasil
segunda-feira, 13 de abril de 2015
A GALINHA QUE BURLOU O SISTEMA
Sinopse: Numa granja industrial, uma galinha tem uma visão: toma consciência da engrenagem que rege sua vida, que determina seu destino. Mesmo enclausurada entre milhões de galinhas que não compartilham de sua angústia, ela acredita que a vida pode ser diferente.
Para assistir ao curta CLIQUE AQUI!
A galinha que burlou o sistema” já contabilizou 31 prêmios em festivais ao redor do mundo. O curta metragem, que mistura filmagens e animação, conta a história de uma galinha que toma consciência do processo de exploração industrial no qual está inserida e se mobiliza para escapar dele.
O criador, Quico Meirelles, se formou em Audiovisual na Escola de Comunicações e Artes da USP. Trabalhou como assistente de direção no longa-metragem Ensaio sobre a Cegueira (2008) e na série de TV Som e Fúria (2009) e como assistente de câmera nos filmes Xingu (2011) e 360 (2011). Dirigiu episódios das séries Trabalho Duro (Discovery Channel, 2012) e Contos do Edgar (FOX, 2013). Ele é filho do aclamado diretor Fernando Meirelles.
Em entrevista para o site Curta Criativo, Quico conta como surgiu a idéia para o filme: “No semestre anterior a ter que apresentar minha ideia de trabalho de conclusão de curso para a banca de professores da faculdade, eu li um livro, Comer Animais, do Jonathan Safran Foer, que é um grande panorama sobre a criação de animais para consumo e abate. Quando eu li esse livro, o tema me tocou profundamente, eu fiquei me martelando essa ideia, de que eu precisava fazer alguma coisa para mostrar para mais gente aquele tema que tinha me tocado tanto. Então o filme foi o jeito que eu encontrei de fazer aquele tema falar com mais pessoas.”
Quico também conta que após fazer o filme, tornou-se vegetariano.
Descoberta do Fim de Semana: MANDIOKEJO
Essa semana fui até a loja que vende produtos vegans na minha cidade e conheci o meu novo produto mais querido: Mandiokejo®.
Admito que sempre A D O R E I queijo, e ter que abrir mão dele tem sido uma tarefa árdua, até conhecer essa "caixinha de surpresas". Sim, é surpresa, afinal, vem com dois pacotinhos para você se matar de comer! Na embalagem está descrito que ele deve ser preparado para fazer lasanha e pizza, mas para mim isso não foi o bastante e fui alem: fiz como recheio de pastel também <3
É um produto muito interessante não só pelo sabor, mas como por ter uma variedade de preparo: FIRME, CREMOSO e RECHEIOS.
Uma infelicidade eu não ter tirado foto das guloseimas!!
A pizza foi feita com massa comum, sem leite e ovo (dessas que você consegue encontrar no mercado), massa de tomate, o Mandiokejo® e para dar um gostinho, decoramos (isso quer dizer, meu namorado decorou) com Requeisoy®. O pastel também foi com massa do mercado, e no recheio colocamos Mandiokejo® e Sour Cream (usamos da Tofutti®). Gente, ficou digno dos deuses!! Uma observação que devo fazer: no preparo do Mandiokejo® foram usados temperos também: orégano, manjericão, tempero baiano. Mas essa é uma forma pessoal de fazer, cada gosto é um gosto.
Vou disponibilizar informações sobre o produto. Essas informações também podem ser encontradas no site da Manioc®.
O Mandiokejo® Manioc® é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais. Suas principais características são:
- 1kg de preparado em pó rende até 6kg de mandiokejo
- feito à base de ingredientes naturais;
- muito simples de preparar;
- elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
- não contém soja;
- livre de ingredientes de origem animal;
- sem glúten;
- sem lactose;
- livre de colesterol;
- livre de conservantes, corantes e aromatizantes;
- sem adição de açúcar;
- rico em vitamina A, D2, B12, Ferro, Cálcio, Selênio e Zinco;
- alternativa ao queijo tipo mussarela;
- Pode ser preparado em qualquer lugar, BASTA ADICIONAR ÁGUA e ÓLEO!
O Mandiokejo® Manioc® é produzido a partir de ingredientes crus. Por este motivo é necessário que seja realizada alguma forma de cozimento antes do consumo.
Abaixo, disponibilizamos os modos de preparo em três sistemas de medidas diferentes (xícaras/colheres, gramas e ml). Se você tem uma balança culinária disponível, recomendamos que prepare o seu Mandiokejo medindo os ingredientes através do peso.
Para Mandiokejo FIRME: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/3 de xícara (= 70g ou 75ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 xícara (= 220g ou 220ml) de água
Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique encorpado.Utilize em pizzas e leve ao forno.
Para Mandiokejo CREMOSO: você vai precisar de:
• 2/3 de xícara (= 100g ou 12 colheres rasas de sopa) de preparado em pó para Mandiokejo
• 1/2 xícara (= 100g ou 110ml) de óleo de girassol (ou outro óleo vegetal)
• 1 e 3/4 xícaras (= 400g ou 400ml) de água
Em um recipiente, misture o preparado em pó para Mandiokejo e o óleo de girassol mexendo com uma colher até dissolver completamente. Em seguida acrescente a água e mexa suavemente até obter uma mistura homogênea. Aguarde 3 a 5 minutos até que o Mandiokejo fique cremoso. Utilize em lasanhas e leve ao forno.
Para RECHEIOS: prepare a quantidade desejada de Mandiokejo firme, coloque em uma panela e leve ao fogo médio por 3 a 5 minutos (até que engrosse e mude de cor). Utilize para rechear salgados, tapiocas e raviólis.
Por Que Ser Vegan?
POR UMA QUESTÃO
DE JUSTIÇA, NECESSIDADE, CONSCIÊNCIA E COERÊNCIA
Justiça é uma palavra usada, infelizmente,
somente no aspecto humano na maioria dos casos, porém sabemos que inúmeras
violências são cometidas por nós todos os dias aos outros animais, através de
quem os explora diretamente e também daqueles que financiam toda essa
exploração e morte dos animais (consumidores). Devemos levar também a palavra
Justiça quando o assunto se tratar dos animais não-humanos, pois eles também
possuem a capacidade de sentir e têm consciência de sua própria vida.
Necessidade de acabar com a exploração dos
animais, degradação do meio ambiente, e de praticar justiça com todos que
habitam neste planeta; tanto os animais que são usados e mortos como se fossem
seres inanimados, como os de nossa espécie que também são explorados ao serem
obrigados à lidar com o abuso e a morte dos animais diariamente, sendo muitos
ainda crianças que deveriam estar brincando ao invés de serem “funcionários” de
matadouros no Brasil e também aqueles que não têm alimentos para saciar sua
fome devido ao luxo dos produtos de origem animal.
Não há como
alimentar sete bilhões de seres humanos à base de “alimentos” de origem animal
a não ser com mais três planetas e muito mais derramamento de sangue. Uma
alimentação vegana possibilita atender a demanda mundial por alimentos (e seus
nutrientes), pois utiliza menos espaço de terra, água e energia. Com isso,
ainda conseguiríamos recuperar as áreas queimadas e desmatadas pela pecuária.
Consciência de que os animais estão à mercê das
nossas escolhas e que devemos escolher pela ética e respeito a eles,
independente de amá-los ou não. Consciência de que devemos respeitar e que isso
inclui não tirar “vantagem” sobre alguém, não escravizar também as pessoas não-humanas, inclui não consumir
produtos de origem animal ou produtos testados (forçosamente) nos animais.
Consciência de
que podemos (e devemos) fazer pelo menos o mínimo pelos animais: respeitá-los —
sendo veganos(as) em nossas escolhas.
Coerência: Uma vez que tenhamos despertado para
uma realidade, precisamos agir em conformidade com o que descobrimos. Todos(as)
nós queremos liberdade, respeito, amor, carinho, diversão e lutamos por nossa
felicidade, porém só a teremos em plenitude quando aprendermos a concedê-la aos
outros, seja esse “outros” alguém de um gênero diferente do nosso, orientação
sexual diferente da nossa e até mesmo, sem sombra de dúvida, de uma espécie
diferente da nossa. Por uma questão de coerência, devemos exigir e lutar por
nossos direitos, mas também aprender a respeitar e conceder o direito dos
outros (animais-humanos e animais não-humanos).
quarta-feira, 8 de abril de 2015
LIVRO DE RECEITAS VEGAN FREE
O pessoal do VISTA-SE, um dos maiores, se não o maior portal sobre veganismo no Brasil, lançou um livro com 15 receitas vegans para você baixar, imprimir, usar e abusar. E o melhor de tudo: é grátis!!
O nome do livro é "As Melhores Receitas do Vista-se" e tem ilustrações lindas.

Para baixar essa belezura, CLIQUE AQUI
E só uma observação que deve ser feita: este conteúdo não ser vendido!! Ele é para livre distribuição. Uma alternativa é cobrar somente pelo valor da impressão.
E se quiser conhecer mais o portal Vista-se, CLIQUE AQUI
Enfim, divirta-se!
terça-feira, 7 de abril de 2015
Instituto Nina Rosa - A Carne é Fraca
Alguma vez você já pensou na trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos neste documentário aquilo que não é divulgado. Saiba os impactos que esse ato – de comer carne representa para a sua saúde, para os animais e para o planeta. Com depoimentos dos jornalistas Washington Novaes e Dagomir Marquezi, entre outros.
Recomendado para maiores de 14 anos.
Aproveite e visite o site do Instituto Nina Rosa
segunda-feira, 6 de abril de 2015
O QUE É O VEGANISMO?
Veganismo é um estilo de vida que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração contra os animais na alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade. Assim, um vegan:
- não come alimentos de origem animal, carnes de todas as cores e tipos, ou que contenham qualquer resíduo: leites, queijos, salsichas, ovos, mel, banha, manteiga, etc;
- não veste roupas ou sapatos feitos de animais: couro, seda, lã, etc;
- evita o consumo de cosméticos e medicamentos testados em animais ou que contenham componentes animais na formulação: sabonetes feitos de glicerina animal, maquiagem contendo cera de abelha, xampu com tutano de boi, etc;
- não apóia diversões contendo exploração animal, como rodeio, circo com animais, rinhas, etc;
- profissionalmente não trabalha com exploração animal (vivo ou morto), como venda de animais em pet shop, lojas de aquário ou gaiolas para passarinhos, venda de qualquer produto que contenha derivado animal (p.ex. bolsas e sapatos de couro), restaurante que utilize animais ou seus resíduos corporais como comida, dentre outras atividades.
O vegano leva sua vida normalmente, com a diferença de pensar antes nos animais em todas as escolhas, e faz isso unicamente em respeito a eles. É fácil ser vegan! (obs: vegan lê-se vígan, ou aportuguesado: vegano)
É suficiente apenas deixar de comer carne?
Se você quer respeitar os animais e decidiu não comer apenas carne, mas tolerar resíduos como queijo e ovos, está sendo incoerente. O animal de indústria vai ser morto ali dentro de qualquer jeito, e morre exausto pela exploração de uma vida inteira.
A vaca leiteira, por exemplo, é inseminada artificialmente a vida inteira (sem filhos = sem leite) e seus filhotes são abatidos aos 3 meses como vitela/baby beef, e ao final de uma vida inteira de exploração, quando baixa sua produção leiteira, a vaca é mandada para o abatedouro do mesmo jeito.
As galinhas poedeiras (que põem ovos) passam a vida presas em gaiolas, e no final, o destino também é o abatedouro. É bem pior ser fêmea, o sofrimento é maior do que simplesmente ser assassinada.
Quando se trata de indústria, tudo é feito visando um único objetivo: lucro. Animais são vistos como máquinas, a produção não pode parar: hormônios são injetados para acelerar o crescimento, antibióticos indiscriminadamente utilizados para conter doenças num ambiente caótico lotado de animais pressentindo a morte, e tudo isso vai para dentro do organismo de quem consome os cadáveres ou subprodutos feitos a partir de secreções dos corpos de animais. Conforme Dicionário Michaelis: "cadáver: sm (lat cadaver) 1 Corpo humano ou animal após a morte."
Nada disso é necessário, se você não quiser. Que sentido tem em se alimentar assim, só porque você não vê o que acontece antes com sua comida? Pessoas que trabalham em ambientes assim são as que mais procuram ajuda psicológica/psiquiátrica, uma vez que são dessensibilizadas pelo sistema. Os consumidores também estão dessensibilizados, deixando-se levar pela propaganda da indústria da carne e pela velha cultura de que carne é bom. Carne não é bom nem para nós, nem para os animais.
Depende de cada um a mudança no mundo, afinal, quando não houver mais procura, não haverá mais oferta.
fonte: veganismo.org.br
Assinar:
Postagens (Atom)





